Como seria o trânsito dos seus sonhos? Esta é a reflexão que o OBSERVATÓRIO propõe para a SNT 2019

Campanha cedida gratuitamente pela ANFAVEA pode ser utilizada pela sociedade

 

Baixe o vídeo e peças da campanha

 

Instituída pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Semana Nacional de Trânsito acontece de 18 a 25 de setembro. Para chamar a atenção da sociedade sobre a importância de realizar ações de conscientização, com foco na redução dos acidentes de trânsito, o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária disponibiliza a campanha “Como seria o trânsito dos seus sonhos? ”, uma reflexão das crianças para imaginarem o trânsito ideal, sem violência e acidentes. O filme relata, com leveza, como o trânsito afeta a todos nós, independentemente da idade. O OBSERVATÓRIO, em parceria com a Agência Atua, criou uma série de peças publicitárias para promover a reflexão sobre o comportamento diário de cada cidadão em seus deslocamentos.

 

Para o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Dias, a Semana Nacional de Trânsito é um momento para reflexão a respeito da necessidade de ações efetivas que promovam a redução das mortes e lesões no trânsito.

 

Segundo Dias, dados do seguro DPVAT revelaram que, de 2008 a 2017, cerca de 500 mil pessoas perderam a vida no trânsito brasileiro e outras 3 milhões ficaram com algum tipo de invalidez permanente. “É uma questão é complexa, deve ser considerada como um problema de saúde pública. Por isso é necessária a construção de soluções por toda a sociedade. Cada pessoa deve entender que faz parte da solução, sendo mais cortês no trânsito, compreendendo que, no trânsito, o sentido é a vida”, afirmou o diretor.

 

A campanha é oferecida gratuitamente pela ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) à sociedade e, por meio dos depoimentos dados livremente pelas crianças, que se transformaram em vídeo para a campanha #MeOuça, divulgada durante o Maio Amarelo, convida a sociedade a pensar e agir para a realização desse sonho, todos eles com a mesma intenção: “Queremos respeito”.

“Essa campanha se encaixa perfeitamente às expectativas da indústria automobilística por um trânsito cada vez mais seguro. Na nossa visão, a segurança viária tem várias dimensões, que passam pelos equipamentos de segurança ativa e passiva cada vez mais presentes nos automóveis nacionais, pela qualidade das vias públicas e pela educação de todos os que trafegam por essas vias. O desafio é de toda a sociedade”, reforça Luiz Carlos Moraes, presidente da ANFAVEA.

“Nossa recomendação é que todos os integrantes do Sistema Nacional de Trânsito, assim como a sociedade de uma forma geral, usem as peças da campanha cedida pela ANFAVEA, para que possamos reforçar o tema em vários ambientes, alcançando todo cidadão e trabalharmos o conceito de que todos temos a responsabilidade de tornar as nossas ruas e estradas mais seguras”, diz José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO.

 

Sobre a importância da Educação para o Trânsito

 

Segundo a Resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) nº 166/04: “A educação para o trânsito ultrapassa a mera transmissão de informações. Tem como foco o ser humano, e trabalha a possibilidade de mudanças de valores, comportamentos e atitudes. Não se limita a eventos esporádicos e não permite ações descoordenadas. Pressupõe um processo de aprendizagem continuada e deve utilizar metodologias diversas para atingir diferentes faixas etárias e clientela diferenciada”.

 

É também na Semana Nacional de Trânsito que se comemora o aniversário da promulgação do CTB, sancionado no dia 23 de setembro de 1997. Essa data já é utilizada desde 1958, quando foi instituído o Dia do Trânsito – 25 de setembro – por meio do Decreto Federal 45.064/58.

 

“Se praticarmos o sentido da palavra empatia, ou seja, nos colocarmos no lugar do outro em todas as situações, a relação entre pessoas, veículos e vias vai mudar. O que queremos hoje é sonhar com algo possível e plausível, afinal nós acreditamos que a segurança no trânsito para todos que estão indo ou vindo em qualquer modo de transporte, em qualquer cidade ou rodovia do nosso país, pode existir sem mortos ou feridos, e deixar de ser apenas um sonho bom” conclui Ramalho.

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